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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

1, 2, 3... QUATRO

  

  

Um dia muito especial para o mini-filho e uns quatro anos cheios de alegrias!

  

Este mini-filho que ainda parece que há tão pouco estava enroladinho aqui dentro. E depois cresci e tive de sair, não foi, mãe? Que há tão pouco nasceu e que parecem tão perto os dias em que ficava o dia inteiro a olhá-lo, a cheirá-lo... a babá-lo.

  

Este último ano trouxe-lhe, a pouco e pouco, mais maturidade. Mais vontade em respeitar o que lhe é pedido, um bocadinho mais de tolerância às frustrações e birras mais controláveis. Quando às vezes leio os posts que aqui escrevo sobre ele, fico sempre com a ideia que a imagem que passa é que ele é um traquinas terrível e... não está longe da verdade. Basta dizer, por exemplo, que foi à festa de Natal da sua sala na semana passada quase sob ameaça, depois de ter ficado de castigo em quase todos os ensaios e de o ouvirmos cantar em casa as músicas da festa com letras alteradas e vozes de vários tipos... Estávamos mesmo a ver a coisa a dar para o torto, em cima de um palco e à frente dos pais de mais de 40 crianças. Acabou por se portar lindamente.

  

Mas continua o miúdo mais doce do mundo - anda na fase dos beijinhos na boca à sua amorada Vera (3 anos) por mais que os pais de ambos tentem controlar a situação - e todo social. Na semana passada foi com o pai ao hospital por causa de uma conjuntivite e o pai, que perdeu umas boas horas de trabalho de manhã, diz que mais valia tê-lo mandado sozinho de táxi. Que entrou todo lampeiro corredor fora, deu os bons-dias à médica, explicou o que se passava, deixou que o observassem e, no fim, recebeu a receita dos medicamentos. Pelo meio ainda contou tudo o que achou pertinente sobre a sua vida e foi perguntando coisas sobre o gabinete e os instrumentos à vista. O pai diz que a única vez em que abriu a boca foi para confirmar que era uma gota em cada olho.

     

Mas, mini-filho, que certamente irás ler isto daqui a muitos anos, mesmo com estas peculiaridades todas - ou talvez por causa delas, que muitas vezes emociono-me só de olhar para ti e quando vejo tão nitidamente a tua genuinidade - amamos-te muito, muito, muito. Do fundo dos nossos corações e até ao topo da montanha mais alta do universo e arredores.

    

Muitos parabéns, filhote!!

      

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