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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

14 meses (e cinco dias)

A julgar pela independência que mostra, pela forma como se esgueira do nosso colo para ir para o chão brincar e pelo desprendimento com que nos larga na creche, ninguém diria que depois, na hora de dormir, se aninha consolado ao nosso colo, encosta a testa ao nosso queixo e nos festeja as mãos até adormecer.

       

É um poço de ternura e meiguice... mas bem disfarçado.

    

Continua a colar o seu corpo ao nosso sempre que lhe damos o colo pedido, a deitar a cabeça no nosso ombro com ar de agora sim, estou em casa, e eu continuo a achar que ele ronrona nos momentos em que nos procura para o mimo. 

              

Tem quatro molares em erupção (e a palavra designa explicitamente o que lhe está a acontecer às gengivas, em ambos os lados dos dois maxilares) e as noites muito longe de serem perfeitas.

A boa notícia é que esta semana passou a aceitar um biberão de leite durante a noite, o que faz com que, nas mil vezes em que acorda, o consiga sossegar só com mimo, em vez de o deixar estraçalhar os meus mamilos já em ferida.

    

Esta noite acordou aos gritos e acalmei-o só com festas no cabelo. Os dois enroscados no quentinho da cama e com o meu nariz colado ao seu cheirinho a bebé.

Juro que me souberam melhor a mim do que a ele.

          

É o filho mais novo mais lindo de todos os mundos. O mais simpático também.

E o do sorriso mais bonito.       

      

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