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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

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As aulas de natação do mini são um verdadeiro desafio ao meu autocontrolo. Eu assisto a todas as suas tropelias com uma vontade incontrolável de lhe gritar que pare quieto, sossegado, que ouça a professora; ou de me transformar no homem elástico, que o meu braço estique desde a bancada até lhe apertar o gasganete e o puxar para fora da piscina.

   

Posto isto, só para enquadrar a coisa, hoje no fim da aula, eu de pé a fazer-lhe sinais para parar de fazer barreira nas escadas da piscina e deixar sair os outros miúdos, quando uma senhora se aproximou de mim. É seu, o da touca verde, não é? Ele é tão engraçado! Suspirei É... tem dias... [O mini ainda nas escadas, sem deixar passar ninguém.]

  

E aí ela desfiou Sabe, o meu era exatamente igual quando era pequeno! Sempre foi hiperativo! Nunca tomou medicação, que eu não quis, mas sempre foi hiperativo! Tal e qual o seu! Olhe, é educá-los com muita paciência e desporto. Ele é tão giro!! E é mesmo igual ao meu filho quando era pequeno!

  

E pronto.

Não sei se ria ou se chore.

[E tentar, ao mesmo tempo, abstrair-me da quase certeza de que todos os outros pais que assistem à aula pensam o mesmo...]

       

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Enquanto a mãe ficou quase desfalecida em casa - uma gripe do caraças é o que é - os homens foram todos para o futebol!

  

Uma estreia para o mini, o delírio para o filho crescido.

        

E a propósito de filho crescido, anda cada vez mais interessado no futebol. Fica felicíssimo por ir ao estádio, vidra em qualquer televisão que mostre um jogo (não importa quais os clubes a jogar) e ganha todos os jogos de PES ao pai João.

E claro, pede para ter treinos de futebol. Primeiro disse que queria ir para as escolas do Benfica, entretanto mudou de ideias: quer ir treinar todas as semanas no Real Madrid.

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Acordei cheia de febre, com a cabeça a pesar uma tonelada e o corpo todo dorido. Arrasto-me de um lado para o outro, quase a lamber o chão.

  

Com o pai e o crescido o dia todo em atividades (ele é aulas de música, ele é concertos, ele é festas de anos), o mini ficou em autogestão.

   

  

   

Quando o pai e o crescido chegaram a casa, havia uma cadeira em frente à despensa e outra no frigorífico.

       

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O dia todo no hospital.

O mini começou com uma dor de barriga ontem. Daquelas com muitas lágrimas e esgares de dor. Praticamente não dormiu dormimos e hoje de manhã continuava muito queixoso. Levei-o. Passámos a triagem e as primeiras horas de urgência só com a dor de barriga. Entretanto começou a ficar com alguma tosse e ao fim da manhã chegou a febre.

 

Eu gostava de ser daquelas mães que sabe sempre quanto pesa a sua criança, que responde muito rapidamente sobre cores, cheiros e consistências de tudo o que fez na sanita nos últimos dias ou que se lembra automaticamente dos xaropes tem em casa para não precisar de mais uma receita.

Vale-me ser daquelas que sabe que os filhos estão doentes só de os cheirar. Antes de o sentir quente, já lhe cheirava a febre há muito tempo.

  

Diagnóstico: talvez virose, talvez gripe. É cedo para se saber e os vírus andam todos malucos

(e com a quantidade de coisas que respirámos hoje, espero que seja já a gripe, porque se não for, ela vai aparecer entretanto...)  

        

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Há anos que me debato com esta questão, mas sempre do outro lado do problema. Este ano, com o filho crescido no primeiro ano, é que percebo como há alturas em que realmente é muito difícil gerir os afazeres da escola, os compromissos das atividades extra que lhes escolhemos e os convites e as visitas de fim de semana.

    

Costumo dizer-lhes que há sempre tempo para tudo, mas este fim de semana até eu duvido desse lema.

       

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Porque tudo vale a pena quando a alma não é pequena...

   

Ó mãe, mas porque é que eles, com tantas manifestações, não percebem que não podem continuar a tirar-nos dinheiro? (V.)

            

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