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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

Não sei se estou preparada para o Natal...

Por muito tempo que ainda falte, os miúdos não escapam às ruas iluminadas, às montras enfeitadas e aos catálogos que nos chegam pelo correio.

    

Mãe, o Pedro disse que o Pai Natal não existe! É mentira, não é?

 

Mãe, só há um Pai Natal? Eu já vi o da escola, o do Colombo...

   

Claro que o Pai Natal existe. Há um Pai Natal verdadeiro, mas depois há os ajudantes...

    

Mas começo a perguntar-me se vale a pena manter uma fantasia a troco de umas quantas mentiras...

        

Less is more

Hoje, já a chegar a casa, voltou a lembrar-se que desde o início da semana a educadora pediu que levassem imagens de animais que hibernam.

Pensámos em procurar na internet e em livros cá de casa e depois lembrámo-nos que não tínhamos um dos tinteiros e que, se calhar, não íamos poder imprimir as imagens que pesquisássemos. Então decidimos que por hoje o melhor mesmo era descobrir que animais hibernam, que sinceramente, além do urso não tinha grandes certezas sobre mais nenhum outro, e fizemos uma lista.

  

Mas depois, enquanto o diabo esfrega um olho, o crescido pegou na lista, na resma de folhas que o tio lhe deu, e desatou a desenhar os animais todos. Quando dei conta já tinha desenhado imensos e, num instante, já os tinha pintado e recortado da folha (acho que pensou que assim seriam mais facilmente utilizados pela educadora nalgum cartaz).

  

É certo que não ficaram perfeitos e que há pelo menos um texugo um bocado verde e uma marmota meia azul.

Mas a iniciativa foi totalmente dele e o trabalho também. E isso é o mais valioso.

          

Halloween

  

      

Com abóbora carved por nós e miúdos mascarados (um vampiro crescido e uma mini-abóbora). Com o mini a festejar na escola do crescido a manhã toda e um amigo do filho crescido a vir brincar cá a casa ao fim do dia.

 

Com doçura ou travessura de porta em porta, de chapéu de chuva em punho. Com sacos de Halloween bem recheados e muitas brincadeiras pelo meio.

  

Já perto da meia-noite, quando o amigo se foi embora e a porta da rua se fechou finalmente, o crescido suspirou Hoje foi um dia bom!

  

E foi mesmo...

     

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