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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

Momentos

Saímos às 16h do trabalho com o filho crescido e apanhámos o mini na creche. Tudo no carro e, até serem horas de correr para a faculdade, fomos aproveitar o bom tempo (e a companhia uns dos outros) no jardim.

 

Foi a melhor parte do dia.

Entre os patos e as patas (que há diferenças e o mais velho já sabe), as corridas aos pombos do mini, os teatros e as canções do mais crescido, as folhas apanhadas para o herbário, o lago, a relva, o sol... O mini que se atira para dentro de qualquer lago e que, perante a nossa determinação em não o deixar, arregaça as mangas da camisola (sozinho!) e mostra (tão bem!) que quer molhar pelo menos as mãos.

 

Um regresso ao carro animado com a história da Casinha de Chocolate, com passagem por um café onde lanchámos e os filhotes partilharam um gelado.

 

Cheguei à aula atrasada. Mas feliz!

 

Mas há quem esteja ansioso!

Num dos dias desta semana perguntou-me:

 

Ó mãe, e quando é que eu vou à minha escola?

 

2ª feira. Porquê?

 

É que já tenho saudades... Tenho saudades do António, das educadoras, da Maria...

 

E eu, que nunca esperei ouvir isto do filho que (eu sei que) gosta de estar na escola mas que está sempre pronto para vir embora, fiquei muito contente.

 

Depois de umas férias...

... sempre com bom tempo, com hipótese de andar na rua o dia inteiro, com passeios e visitas, com bicicletas, trotinetes e patins, com horas dispendidas no quintal e com comemorações de Páscoa até hoje, não apetece nada voltar às rotinas de sempre a partir de amanhã.

 

Ficam na memória todas as horas boas passadas com os filhotes. Com o mini que está o máximo e imita todos os animais possíveis (a ida ao Zoo deu uma grande ajuda) e o crescido que tem conversas e saídas dignas de registo a toda a hora.

 

Foram mesmo boas estas férias!

Mas "precisava" de mais...

 

Visita à casa mãe

O Zoo de Lisboa é um local especial para nós- foi lá que o Pai João conheceu a Mãe Sofia.

 

Recomendo vivamente a visita a este local onde ver as espécies é cada vez mais agradável pois estão cada vez melhor instaladas. Especialmente os felinos (vejam os novos três tigres) e os primatas, onde encontrámos uma família "igual" à nossa- pai, mãe com cria ao colo e cria mais velha agarrada a eles.

 

Por termos lá amigos a trabalhar, pudémos realizar o sonho de muitos que visitam a baía dos golfinhos e tocámos num golfinho: a Cody. Curiosamente o Filhote mais velho não quis tocar neles preferindo um beijo de leão marinho. 

Também pudémos tirar uma foto de família com um leão marinho da Patagónia bebé (com 320kg!) que me deu um beijo-cheiro-a-peixe-cru mas não foi o mesmo que tocar em golfinhos... não sei explicar bem...

 

Não posso deixar de referir o à vontade com que o filhote mais novo mexeu e remexeu nas cabras-anãs, como se se tratasse da Ginja.

 

Vão ao Zoo. Vão cedinho e saiam tarde, está o máximo.

Não tirámos uma única fotografia...

... mas tenho muita pena!

 

Hoje comemorámos a Páscoa (uns dias atrasados, eu sei) com os padrinhos do nosso mini e pais do nosso afilhado. Almoçámos no quintal e foi lá que passámos o resto do dia. Os pais puseram a conversa em dia e os miúdos entretiveram-se horas com as pedrinhas e a areia, com ferramentas de brincar, com jogos de futebol e com montagem e desmontagem de tendas.

No fim do dia, completamente imundos, ainda foram ao parque infantil estoirar as últimas energias e foi bom ver os minis (o filho e o afilhado) a subir as escadas para o escorrega e a escorregar sem medos, imitando os manos crescidos.

 

Foi bom, bom, bom!!!

Venham mais dias assim!

 

Há dois anos atrás...

... vimos um risquinho cor-de-rosa e soubemos que íamos ser 4.

 

Dois anos de existência comprovada do nosso bebé furacão.

Do nosso desenrascado imparável que, com 15 meses, está convencido de que é capaz de fazer qualquer coisa que nos veja a fazer e que lhe pareça interessante repetir.

Do nosso mimoso que, apesar de toda a energia e bichos-carpinteiros, é capaz de parar tudo para se encostar a nós a receber festinhas na cabeça ou nas mãos. Que continua a colar-se ao nosso corpo e que procura incessantemente as nossas mãos com as dele, para nos sentir ali.

 

O nosso mini-filho lindo, lindo, lindo, que nos coloca desafios tão diferentes dos do primeiro filho que nos faz sentir, muitas vezes, pais pela primeira vez.

 

"Matilde"

 

 

A nova habitante da nossa mini-horta.

 

O pai deu a ideia (inspirado pelo fascínio do filhote pelos espantalhos da quinta pedagológica) e o filho crescido planeou-a. Ontem construíram-na os dois, com uma pequena ajuda do mini, e no fim o filhote baptizou-a.

 

Agora a "Matilde" protege-nos os espinafres, as couves-de-bruxelas, os morangueiros, as beringelas... E o filho está todo orgulhoso da sua obra!