Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

Fantasmas

Eu não quero ir à escola.

   

Porquê?

  

Porque eu não gosto. As M. ralham muito...

    

Ralham? Mas tu portas-te tão bem!

    

Mas elas querem que eu almoce muito rápido!

      

   

Onde é que eu já vi este filme antes?

Ah, já sei! Há vinte e muitos anos atrás e era eu a personagem principal.

     

     

Entretanto, por via das dúvidas, dei o toque a uma das educadoras.

Ele tem de comer e não pode demorar eternidades... mas tentem dar-lhe a volta de outra forma...

           

Alerta para toda a família

A educadora pediu aos pais que ajudassem os filhos a preparar algo para apresentar a sua família aos amigos da escola. Surgiram trabalhos muito engraçados de todos os meninos da sala e o nosso ficou, mais ou menos assim:

            

 

      

Depois das pinturas, procurámos fotografias com os melhores sorrisos da família (pais, mano, avós, bisavós, tios, primos, cadela...) e colámo-las juntamente com a respectiva legenda com nome e grau de parentesco.

    

Ficou muito, muito giro (tão giro que já avisei que quero a tela de volta para a pendurar cá em casa) e o nosso rapazote fez um brilharete a apresentar toda a gente! 

 

     

Ora o alerta refere-se ao facto de, há mais de duas semanas, estarem todos expostos na entrada do colégio.

Espero que não cobrem direitos de imagem!

       

Vitória

É o nome da amiga mais amiga da escolinha.

Fala dela a toda a hora, brinca imenso com ela e já os fiquei a observar no recreio a brincar de mão dada.

       

Esta semana cruzei-me com a mãe dela que me disse que a Vitória só falava do V. em casa e me perguntou se o V. também falava dela. Respondi-lhe que sim e contei-lhe da vez que os vi subir as escadas para o escorrega de mão dada e descerem sem nunca se largarem.

Esta semana também me cruzei com o pai que, quando a deixou na escola de manhã, ficou tão contente por ver lá o meu filhote. Olha, Vitória, já cá está o teu amigo. É a equipa maravilha!

     

E eu fico feliz de ver que o filhote está a criar laços assim.

Que se deixou conquistar por todos os amigos da sala (e ele fala de muitos outros, para além da Vitória) e que deixou de os considerar desconhecidos (em Setembro e Outubro dizia que não sabia o nome de ninguém e não brincava com ninguém porque não conhecia ninguém da sua sala). De o ver brincar com tantos meninos e meninas, mas de saber que também vai seleccionando e fazendo as suas escolhas.

           

        

Quatro patas

O mini é maluco pela Ginja e a Ginja, do alto da sua total falta de instinto maternal, tolera-lhe os puxões e os apertões muito melhor do que alguma vez o fez relação ao V. É claro que as toneladas de comida que ele partilha com ela também ajudam.

Isso e o facto de a coitada estar já habituada a mãozinhas pequeninas.

    

Isto para dizer que hoje na escolinha esteve um mini cão, já velhote, de uma das educadoras. Fez as delícias de todos em todas as salas (coitadinho!!) e o mini gostou tanto, fez-lhe tantas festas e mimos e chorou tanto quando o viu a ir embora, que teve direito a ir atrás dele e a passeá-lo, corredor fora, pela trela. Tiraram-lhe fotografias e estou mortinha por vê-las.

       

Cá em casa, a Ginja é a menina dos seus olhos e tenha a certeza que diz o seu nome.

Trata-a de igual para igual e às vezes tenho pena dela, que lhe vai aguentando as festas abrutalhadas, os beijos lambuzados e os puxões de pêlo e bigodes. 

        

Bem, o pequenito está enorme! O que lhe dão? Adubo?

Hum... Não...

Quer dizer, sim... Bem, mais ou menos... Ai!

     

Fiquemo-nos pela razia que tem feito às plantas cá de casa. Puxa caules, arranca folhas, vira vasos e, ocasionalmente, lá vão à boca uns grãozitos de terra... e muito provavelmente de adubo.

  

É que a palavra não também ainda não entrou no dicionário deste bebé furacão.

        

Sacudir o pó e as teias de aranha

O primeiro semestre acabou e entreguei o último trabalho na 2ª feira. Agora é esperar as notas dos 3 seminários e gozar (muito) bem esta semana de férias do mestrado.

O mês de Janeiro foi absolutamente alucinante (houve dias de me deitar às 5.30 da manhã) e esta semana tenho aproveitado os primeiros dias de calma para brincar muito com os filhos, para dormir, para me organizar....

   

Entretanto os filhos têm crescido. Ao mais velho esticaram-lhe as pernas e o mais novo, no primeiro banho que lhe dei desde há algumas semanas, pareceu-me insuflado.

O mini anda e corre por todo o lado, mostrando-nos que as cancelas nunca são demais; o mais crescido vai fazendo conversas mais complexas e filosóficas e até as brincadeiras lhe noto diferentes. Zangam-se às vezes, mas cada vez mais se entretêm juntos.

   

A ver se esta semana ponho por escrito os mil posts mentais que fui elaborando mas que não tive oportunidade real de escrever.

            

Pág. 3/3