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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

20
Dez09

Teria sido uma festa perfeita...

mãe Sofia

... se o filho crescido, a meio da tarde e numa corrida inocente pela cozinha, não tivesse caído e partido a cabeça.

      

Além do susto (que eu ia tendo uma síncope quando lhe vi o sangue a escorrer pela cara abaixo), a visita ao Hospital (o Centro de Saúde estava fechado) demorou tanto que acabámos por ter de cantar os parabéns ao mini sem a presença do mano e do pai João... Triste, triste...

        

          

O pai João conta que quando chegaram ao Hospital explicou que o filhote tinha partido a cabeça.

Eu? Não! Eu não parti a cabeça! Olha, não está partida! Vês? replicou indignado.

Lá lhe aplicaram uma cola e o rapaz ficou fino.

      

Quando chegou, já depois de um grande bocado de estar de volta a casa, respirei fundo e disse-lhe Dá cá um beijinho e um abracinho à mãe... A mãe merece! Que grande susto que a mãe apanhou! Dá cá miminhos, dá cá!

         

Bolas! Foi mesmo!! 

   

19
Dez09

A primeira festa

mãe Sofia

A casa cheia de amigos e família. O cheirinho bom da comida no ar. Os balões que povoam o tecto da sala e o bolo delicioso no centro da mesa.

O som das conversas animadas e os presentes abertos entre todos, já que o aniversariante tem mais que fazer.

  

  

Hoje, mais uma vez, o dia foi dele.

A todos os presentes e mimos que recebeu, respondeu como sempre. Com risos, gargalhadas, conversas das dele e boa disposição.

       

O meu bebé pequenino já tem 1 ano!

Mesmo...

       

15
Dez09

Circo

mãe Sofia

Na sexta-feira passada a madrinha do mini-filho convidou-nos para ir ao circo.

     

O mini acabou por ficar com o papá nas suas rotinas e soninhos (o circo começou às 21h) e eu aproveitei para fazer um programa especial com o filho crescido.

Vai daí, fomos mais cedo, andámos no Rossio a ver as iluminações de Natal e antes de ir para o Coliseu ainda jantámos hamburgers.

        

É claro que dispensávamos os números com animais (principalmente os tigres) mas o filhote deixou-se deslumbrar com os malabaristas, os equilibristas e os palhaços.

   

              

Foi bom! Muito bom!

   

14
Dez09

Hoje é dia de festa...

mãe Sofia

  

Para comemorar o primeiro aniversário do mini-filhote fomos ao Oceanário à tarde.

Calculámos que se fosse divertir (e nós e o irmão também) por lá mas a reaccão dele à visita superou toda e qualquer expectativa.

        

Este mini-filho lindo, curioso e sempre bem-disposto observou os peixes com muita, muita atenção e fartou-se de conversar com eles, principalmente com os que lhe passavam bem à frente do nariz. As lontras também lhe encheram as medidas e só ele sabe tudo o que lhes guinchou com tanta genica.

        

Enquanto por lá estivemos gatinhou, rebolou, pôs-se em pé, disputou os melhores lugares para observar peixes com o irmão... e só cedeu ao cansaço no carro.

        

Um dia em grande para o nosso pequenote.

Para o bebé pequenino que há um ano entrou nas nossas vidas e nos tornou ainda mais felizes. Mais completos.

O bebé que nos enche o coração só com um sorriso, que nos derrete com os seus beijos e que afasta todas as dificuldades do nosso pensamento quando se aninha no nosso colo e faz dele o centro do seu mundo.

      

Muitos parabéns, mini-filho!

És do melhor que temos nas nossas vidas. 

           

11
Dez09

A menos de uma semana...

mãe Sofia

Já entrei há uns dias no sentimento nostálgico do Ai... Há exactamente um ano atrás...

Os últimos ctgs, a contagem decrescente, os pontapés e os movimentos cá dentro com os dias contados, a barriga pesada (que saudades!!!), os últimos dias de espera, os preparativos para a chegada do bebé, os preparativos para o Natal...

   

Tudo (ok, quase tudo, a lombalgia não conta) guardado cá dentro com saudades. Tudo na memória dos afectos, mas também das sensações, das cores e dos cheiros. 

       

Dizer que este ano passou rápido é quase um eufemismo. Passou a voar e eu continuo a admirar-me vezes sem conta das gracinhas todas que já faz. Normais para a idade, mas o tempo passou tão em fast-forward que eu ainda o sinto pequenino. Ele ainda é tão recente nas nossas vidas...

     

        

Quem acha que as etapas do segundo filho não causam tanta emoção, engana-se.

Nós vibramos, emocionamo-nos, perdemo-nos a olhar para ele e interrompemos tudo para chamar o outro só para vir ver uma nova gracinha.

   

   

O mini filho, minúsculo, diz olá, mamã e papá. Quase que juro que já o ouvi chamar a Ginja, mas foi só uma vez, por isso ainda não conta. Também sabe esticar os braços para trás e dizer uá! uá!, quando não há alguma coisa ou não está a pessoa por quem perguntamos.

Abana a cabeça para dizer que não e quando faz algum disparate, se ralhamos com ele, esconde a cabeça debaixo de um dos braços.

 

Brinca com tudo, mexe em tudo. Revira-me as gavetas da cozinha, abre portas de armários, puxa as bolas da árvore de Natal e entretém-se imenso tempo com uma caixa ou um alguidar e objectos que possa por e tirar de lá de dentro. Também gosta de arrancar bocadinhos de papel higiénico dos rolos ainda por estrear e de comer folhas de papel.

  

Os incisivos (já tem os 8) têm uma precisão quase cirúrgica e dá dentadas (em bolachas, pão, papel... nós) como gente grande.

   

Bate palminhas, atira beijos, faz alguns gestos da música das galinhas e sabe onde tem a cabeça porque lhe quando lhe perguntamos onde a tem, põe as mãos à cabeça e bate em si próprio todo contente.

  

Mas o que mais me impressiona são os discursos longos que faz com entoação, pausas e caretas, como se estivesse mesmo a produzir palavras e frases com sentido. Bem, na cabeça dele algum sentido há-de ter...

   

Ainda não mostra grande vontade em andar, mas gatinha por todo o lado e põe-se em pé e corre grandes distâncias agarrado a tudo. Tem um equilíbrio fantástico e raramente cai desamparado.

         

        

Faltam 3 dias para o primeiro aniversário...

        

10
Dez09

Espírito de Natal

mãe Sofia

Escreveu a carta ao Pai Natal e vou-lhe falando nas lembranças que vamos oferecer. Foi comigo comprar a maior parte do que já comprei e gosta de o fazer. Escolhe comigo, dá sugestões e em alguns casos (principalmente nos brinquedos de crianças), acabei mesmo por ceder à ideia dele.

Mas não quero que cresça(m) a pensar que o Natal se resume a presentes.

 

Por isso lhe(s) falo tanto nos amigos e na família, o mais importante das nossas vidas.

Por isso lhe(s) falo no Menino Jesus e na sua história, mesmo que para isso tenha que pôr um pouco de parte as minhas (não) crenças.

       

     

No sábado foi com o pai João a um workshop de presépios de barro aqui na vila.

      

07
Dez09

À espera...

mãe Sofia

     

       

Pendurado na porta do quarto, tem um calendário homemade.

    

Para dar resposta aos constantes Mas afinal quando é que chega o Pai Natal? escolhemos um calendário na internet, imprimimos e pintou com lápis de cor.

Agora, assim que salta da cama, cola um autocolante no dia em questão.

       

07
Dez09

Querido Pai Natal,

mãe Sofia

Gostava de receber uma casa do Tarzan e um jogo do Panda Fu. Queria uma pista de berlindes e uns jogos para jogar na televisão. Eu gostava de ter um computador meu!

O que eu mais quero é a televisão de jogar.

Para o meu mano podes trazer um Frosty pequenino.

Para o pai queria que trouxesses um avião de brincar.

A mãe gostava de receber um violino.

   

Muitos beijinhos,

 

Vicente

       

       

 

A primeira carta ao Pai Natal.

Mais pela graça de escrever ao Pai Natal (ele gostou tanto, mas tanto!) do que pelo conteúdo do que quer.

               

A maior parte das ideias vem dos catálogos de brinquedos que lhe têm vindo parar às mãos e a televisão de jogar é uma consola V-smile (a sua perdição nas raras vezes que vamos ao piso dos brinquedos do El Corte Inglés). É claro que quer um computador só dele porque as visitas aos sites do Mickey e da Rua Sésamo são amplamente condicionadas pelos pais (chatos e controladores) cá de casa.

          

Depois perguntei-lhe E para o mano? O que achas que o Pai Natal lhe podia trazer? Então quis pedir um presente para o mano, para o pai e para a mãe.

      

Há uns dias atrás, no meio de uma livraria enquanto eu lhe lia uma história, tinha-me perguntado Ó mãe, quando é que escrevemos a carta ao Pai Natal? É que eu quero pedir-lhe umas pérolas para ti.

E para mim, foi Natal logo ali...

       

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