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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

Etapas

Uma semana inteira sem dormir bocadinho nenhum da manhã na creche.

    

Pelo menos para já, parece-me que trocou os bocados que dormia ao longo do dia por uma sesta maiorzita à tarde.

   

Vamos ver o que nos reserva na próxima semana...

     

Às voltas com a gripe

O mini vai mesmo ser vacinado.

Há gripe na creche, há gripe na sala do mais velho, há gripe na sala do pai João e há gripe na minha também.

   

A decisão está tomada, mas foi quase um referendo.

Depois do e-mail do pediatra, chateei até mais não a minha amiga que tem todas as especialidades médicas na família. Que também é possível morrer com a vacina do tétano, que até um benuron tem efeitos secundários, que todas as vacinas têm efeitos adversos.

Tudo a favor de se vacinarem os cachopos com menos de dois anos.

  

Depois investiguei a opinião da enfermeira da creche do mini. Que era uma parvoíce não serem vacinados, que a vacina é tão segura como qualquer outra e que os miúdos têm muito poucas resistências para se defenderem de uma gripe. Se pudermos evitá-la, melhor.

   

Entretanto na reunião de pais na escola do mais velho, falei com alguns pais que também têm minis. O consenso não é geral, mas na maioria também vão vacinar os pequenitos e uma mãe que também têm médicos na família diz que a opinião é vacinar.

         

A minha sala de professores onde cada vez passo menos tempo (que ando sempre a correr de um lado para o outro) foi até agora o único sítio onde vi que quase ninguém vai vacinar os filhos.

 

Ontem liguei para o centro de saúde para marcar e também coloquei algumas questões.

Fiquei convencida, aliás, ficámos convencidos,  e 4ª feira lá vamos ao centro de saúde.

   

            

E obrigada pelos comentários que deixaram!

    

Gastronomia

No fim-de-semana passado experimentou ovo.

   

Hoje lambeu-se com sopa de peixe e uns nacos de pescada cozida com batatinhas, roubados do prato do irmão.

  

Acho que estão feitas as principais incursões alimentares!

     

Quem sai aos seus...

 

Ó mãe, eu queria tanto nevasse na minha nome-da-terra-onde-vivemos para eu fazer um boneco de neve!!

   

A minha memória mais antiga relacionada com o Natal é a de estar sentada na mesa da cozinha com o meu pai a escrevermos uma carta ao Pai Natal. Eu insistia que queria que ele me trouxesse neve e o meu pai lá ia descalçando a bota como podia...

   

1 ano de mini-afilhado

  

 

      

É incrível como já passou um ano...

Como, se eu me lembro como se tivessem passado apenas alguns meses, do dia em que o fomos ver à maternidade, acabadinho de nascer?

   

Está tão crescido, tão esperto, tão bem-disposto e tão lindo!!

   

Parabéns Simão!

És o louraço dos nossos corações!

      

A gripe

... em todas as suas formas e feitios vai-nos apertando o cerco. Há amigos doentes e casos nas escolas.

  

Esta semana temos de decidir sobre a vacinação (ou não) do mini, certos de que também não faltará muito para termos de pensar no mesmo com o mais crescido.

  

Opiniões, aceitam-se.

     

A 1 mês do primeiro aniversário

 

Sinto que me repito se disser que acho muita piada ao facto de ele ser diferente do irmão. Não que seja melhor ou pior, ou que goste mais de uma ou da outra forma de estar. Nem sequer que um dê mais trabalho do que o outro.

Dá-me gozo esta diferença de personalidade entre eles.  

   

Acho que já aqui disse que ele é espevitado e desenrascado, que está sempre bem-disposto e que tolera muito bem as frustrações. O que normalmente fica por dizer é que, de vez em quando, lhe sobe a mostarda ao nariz e ele guincha de forma a pôr a um canto qualquer soprano. E estica-se e contorce-se numa birra furiosa.

Passa-lhe rápido o ginete mas fica-se sempre a imaginar o que será deste filho quando chegarem os terrible twos

        

Mas hoje, no dia em que volto a lembrar que acordei encharcada e que olho demoradamente para o relógio quando ele passa pelas 14 horas (e 8 minutos), hoje que volto a lembrar o fascínio de dar à luz um filho e de o ter nos braços pela primeira vez, concentro-me exactamente aí. Em tê-lo nos meus braços.

     

Este filho não pede tanto colo (nem tanta mama, já agora) como o mano, mas quando se chega a nós entrega-se de uma forma absoluta. Ronrona (juro que sim!) e todo ele se cola a nós, corpo a corpo. Não raras vezes enfia o nariz pelo nosso pescoço dentro e só depois de nos snifar demoradamente é que encosta a cabeça no nosso ombro. É quase um reencontro, um regresso às origens, e toda eu me entrego também no colo que dou a este ser pequenino.

   

Tem também um obsessão pelas nossas mãos e isso vale-lhe na vasta maioria das vezes o lugar da frente no carro. 

Agarra-nos os dedos, aperta levemente e com cadência as nossas mãos, puxa-as para o peito dele e só assim sossega. Lá vai ele no banco do pendura e sempre de mão dada com quem vai a conduzir.

       

É um mimo, um doce, uma paixão. Um amor tão grande como o primeiro.

        

Felizes 11 meses!

Para ti. E para nós, que já só nos conseguimos ver a quatro.

  

E agora é pôr de lado a negação e começar os preparativos para o primeiro aniversário!

      

Aos 41 meses...

... diverte-se com os trabalhos manuais. Depois dos postais de Halloween que fez para os colegas, já tivemos de fazer mais postais para alguns membros da família. Anda sempre com a tesoura e a cola para todo o lado e os folhetos do supermercado e a literatura de Natal dos supermercados (leia-se catálogos de brinquedos) têm dado muito que fazer ao nosso pequenote.

         

Mas também descobriu o prazer dos jogos no computador.

Este fim-de-semana (tanta chuva e tanto vento!) voltou ao site do Mickey e da Rua Sésamo (não há links porque o tempo é precioso) e já joga imensos jogos. A destreza com o rato desenvolveu-se a olhos vistos e percebe muitos dos jogos sozinho.

   

Curiosas são também as descobertas que fazemos nele. Numa das vezes, fez uma coisa errada no jogo e como não ouviu as palmas e os cheers habituais, disse logo olha, perdi! É engraçado perceber as noções que ele já tem e que aplica às várias situações com que se depara.

      

É um espertalhaço!

           

Conquistas

O primeiro animal a ser imitado: Mmmmmmmmmm... Mmmmmmmmm...

Uma vaquinha!!

  

Também já diz mamã e olá.

Às vezes sai-lhe um , mas não sei se o sabe fazer sem ser quando estamos a jogar ao ora dá cá, ora toma lá, ora dá cá, ora toma lá.

      

Bate palminhas e acena adeus. Também dança e faz uma coisa parecida com os gestos do para pôr o ovo lá no buraquinho, raspam raspam raspam para a alisar a terra, picam picam picam para fazer o ninho.

     

Gatinha por todo o lado, põe-se em pé e senta-se com uma mestria invejável e passeia-se a toda a volta do sofá.