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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

Hoje...

... por causa de uma reunião nossa, ficou mais duas horas na escolinha.

   

... por causa do tempo desagradável, não veio brincar para o jardim depois do lanche e ficou a fazer jogos na sala.

 

 

Ele até estava muito entretido e contente quando o fomos buscar... mas aquelas duas horas tiveram efeitos terríveis.

Em casa, entre o desespero para ter a nossa atenção e a vontade em desafiar-nos a cada cinco minutos durante as brincadeiras que tivemos com ele, tornaram o pouco tempo que hoje tivemos juntos numa tarefa muito, muito difícil...

  

E o pior é que nestes dias, a nossa paciência também não é a habitual... 

       

À segunda aula de natação...

... a professora pede ao pai João para insistir nos mergulhos e nas posturas dentro de água, já que o filhote é tão destemido!

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Sendo que destemido não é definitivamente uma das características da sua personalidade, posso dizer que a natação não podia estar a correr melhor.

 

   

Hoje com a presença dos avós, que não quiseram perder a oportunidade de ver o neto-peixinho.

      

Ainda bem que vem aí um mano...

Em directo...

... do quintal.

   

     

A lanchar e a aproveitar as últimas tardes de sol que nos restam, antes de entrarmos no Outono mais a sério.

   

       

É claro que enquanto tirei fotos, fiz o upload e escrevi o post tivemos tempo de ler não-sei-quantas histórias, arranjou a porta da sua casa com um alicate (de brincar!!!) porque estava presa, e andou a cavalo numa esfregona velhota que por aí anda.

Que isto da internet sem fios é uma maravilha, mas os filhos não dão tréguas!

    

Afectos

Durante o dia lembra-se imensas vezes das várias pessoas de toda a família e dos nossos amigos.

Pergunta por eles, às vezes pede para lhes telefonar, mas normalmente toma a iniciativa de lhes falar directamente pelos seus vários telefones.

   

Vê e revê os álbuns digitais dos seus dois anos de vida e relembra todos os que por lá aparecem. Sabe os nomes de cada um, agrupa-os por casa, com animais de estimação incluídos, e recorda peripécias ou episódios que o marcaram e que viveu com eles, mesmo que tenha sido há muito tempo.

  

   

E eu, ao mesmo tempo que fico orgulhosa destes afectos que crescem, dele para com os outros e vice-versa, sinto  pena de não podermos estar mais vezes juntos...

     

Depois do balde de água fria com a roupa de Verão...

... cheira-me que vamos apanhar outro com a roupa de Inverno.

   

Ontem reparámos que os casacos de algodão de meia-estação já não servem, as mangas compridas das camisolas ficam quase a três quartos e as calças quentinhas, práticas e sem fechos de levar para a escolinha ficam algures entre os calcanhares e os joelhos.

    

Parece-me que também não há esperança para as camisolas de malha, algodão e polares e resta esperar que os casacos grossos de Inverno, que estavam bem folgados, e que as calças de ganga e bombazina, que no ano passado levavam duas ou três dobras, salvem a honra do convento.

   

Natação

O primeiro dia e um verdadeiro sucesso.

 

   

Ele brincou, chapinhou, saltou, mergulhou... 

Estranhou, mas não muito, a touca, os chinelos e o roupão. Envergonhou-se com as outras crianças e com os outros pais dentro da piscina, mas durou muito pouco.

     

Foi com o pai João, feliz(es) e contente(s), e quando me viu nas bancadas não protestou para vir para perto de mim. Acenou-me várias vezes e gritou-me um sem número de vezes Anda, mãe, piscina!!

    

Em vez de se ter transformado num coala, ao colo do pai João, e de se ter recusado a participar em tudo (como costuma ser habitual nas primeiras vezes de qualquer coisa) fez tudo com imensa vontade e energia e, nos mergulhos, a excitação foi tal que ainda foi brindado com um com calma e juízo, que já percebi que isso aí... vindo da professora.

  

Adorou, adorámos (principalmente o pai João!), e perguntamo-nos por que razão não nos lembrámos disto no ano passado!