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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

Gymboree

O objectivo não é cansá-lo nem ter um filho-super-mega-inteligente. 
O objectivo é proporcionar-lhe momentos de brincadeira e diversão e experiências diferentes da rotina do dia-a-dia.
     
Conhecemos o Gymboree através de um blog. Investiguei a coisa, ponderámos e fomos experimentar. Primeiro a aula de Música, depois a aula de Gymboree.
      
Com a promoção de mensalidades a quase metade do preço e a oportunidade de fazer 2 aulas por semana (3 no primeiro mês, embora não as faremos por acharmos um excesso de actividade), não vimos razão nenhuma para desprezar a oportunidade. 
Felizmente, temos a disponibilidade de poder acompanhá-lo neste tipo de actividades e, trocos contados (que não somos ricos, nem lá perto), a disponibilidade financeira que nos permita pagá-las.
      
Na semana passada adorou a aula de Música. 
Participou em tudo: dançou, abanou, atirou, fez danças de roda... Com músicas simples cantadas por nós, bolas, lenços e instrumentos musicais (guizos, rocas, caixinhas de areia) à la carte, a aula foi um sucesso. 
      
Esta semana fomos ao Gymboree.
Com o pai João participar nesta actividade com ele, saltou, atirou bolas, andou de escorrega e páraquedas, apanhou bolinhas de sabão, baloiçou num cavalinho, rastejou em todas as superfícies mais molinhas...
Tudo com um sorriso de orelha a orelha, interrompido apenas por gargalhadas e risos dobrados.
Eu, do lado de fora, acompanhei tudo num lago de baba... Os meus homens são lindos!
      
Pelos sorrisos dele, pelas demonstrações de que gosta e se diverte, pelo bom que é vê-lo  a desenvolver-se e a descobrir novas brincadeiras, novos materiais, novas pessoas...
...vamos continuar.

Acabadinho de chegar à minha caixa de e-mail...

... vindo do BabyCenter, como todas as semanas:
     
My Baby This Week
Chances are good that your baby's grown attached to a certain blanket or toy.Transitional objects may help your baby weather potentially stressful experiences more easily. You may want to buy a duplicate of her lovey in case you need to replace a lost one or take it away to clean it.
        
Confirma-se!
O filhote desenvolveu uma verdadeira obsessão por um certain toy, que realmente é o seu amigo e refúgio em toda e qualquer stressful (e, sejamos francos, non-stressful) experience e, como consequência de um susto, há já umas semanas que fizemos o buy a duplicate.
                
E agora vou ler o resto do e-mail, saber o que mais nos espera!

Não têm corrido bem...

... as últimas aulas de BabYoga.
Aliás, arrisco mesmo dizer que a falta de colaboração do filhote, as choradeiras e as birras durante a aula têm vindo a crescer de há umas aulas para cá.
    
Chega bem disposto, com sorrisos e mimos para toda a gente, mas assim que a aula começa e os exercícios se vão sucedendo, retrai-se e não quer fazer nada. E à medida que vou insistindo (respeitando-lhe algumas das não-vontades) o choro e a birra vai sendo cada vez maior até ser impossível fazer alguma coisa.
       
Inevitavelmente, levantam-se dúvidas e questões...   
Hoje vim o caminho todo, da aula até nossa casa, pensativa e triste. Não pela questão do filhote aproveitar ou não as aulas, mas porque o que devia ser um momento pautado pela brincadeira, pela interacção, pela descontração, está a tornar-se pior que uma ida ao médico ou às vacinas.
      
E é-me difícil perceber o porquê desta reacção.
Além de já praticar desde os 4 meses, sempre cheio de vontade, em casa todos os exercícios (as lengalengas, as cantigas, os gestos, os movimentos) são feitos com imensa alegria, com risos e gargalhadas. São momentos de brincadeira realmente deliciosos, com o filhote sempre a pedir mais.
     
Poderá ter a ver com sono ou cansaço do filhote, com fome, embora eu lhe dê mama antes e durante a aula, com o facto da chucha ter sido banida da aula, com alguma fase que possa estar a atravessar...
Hoje foi sugerido que o filhote possa ter um limite muito baixo para a frustração e que quando lhe exigimos concentração numa qualquer tarefa, ele chore... Mas ele tem 11 meses. Não será suposto esse nível de frustração ser efectivamente baixo?
      
E por todas (e em todas) estas razões, vamos pensar muito durante a próxima semana...

Nem um ai disse...

... porque às 5h da manhã, a última coisa que eu queria era acordá-lo de vez com um ralhete proporcional ao tamanho da minha dor.
     
Mas as duas trincadelas que me fincou no mamilo, uma seguidinha da outra, deixaram-me quase a uivar...
   
De novo em alerta! Dentolas em acção!

Passeata em Tomar

O pai João tem um mapa em frente à secretária coberto de pioneses com 3 cores. De uma cor estão marcados os sítios onde ele esteve, de outra cor os sítios onde nós estivemos (na era pré-filhote, pois claro) e de uma terceira cor os sítios onde o filhote já esteve.
 
Ganha o Norte. Parece-me, a mim que não tenho mapa nenhum, que o sítio mais a Sul em que o filhote já esteve foi Santiago do Cacém. Por um dia, por um casamento. 
Acima do rio Tejo, há imensos pioneses a marcar a família irrequieta que somos. Quando não temos sítio para ir, inventamos.
      
Hoje fomos a Tomar.
Almoçámos com a madrinha do filhote e a sua família. Há muito que queriamos que a família da madrinha, que me acolheu em tantos fins-de-semana e férias durante tantos anos, conhecesse o filhote.
     
Mais um dia de passeata, para matar as saudadinhas da madrinha, com um almoço supimpa e uma amizade inesperada entre o filhote a a Chica pelo meio!
    
E mais um pionese no mapa!

À turista

Com o pai João ocupado durante toda a manhã (os meninos dele iam ter uma cerimónia importante) deixámo-lo à porta da escola às 8.30h.
    
O dia prometia estar bonito, por isso recusámo-nos a ficar em casa e fomos passear!!
     
Rumámos até ao Parque Infantil da Serafina para andar nos baloiços, nas cadeirinhas e nos escorregas. Grandes gargalhadas, risos dobrados e o dedo sempre espetado no ar a apontar para as árvores, para os passarinhos, para os meninos, para... tudo!
Filhote à descoberta do mundo.
 
          
No caminho para o Parque Infantil, à medida que ia seguindo as placas de informação na estrada (que não me entendo em Monsanto) a palavra Belém apareceu não sei quantas vezes.
E a gulodice de comer um pastelinho também.
      
Saímos do Parque já com o destino traçado: Pastéis de Belém. 
Dois pastéis para mim e um iogurte (um iogurte a sério, que nos Pastéis de Belém não há cá iogurtes de bebés) para o filhote.
Maravilha!!
       
E como a manhã era só nossa, sem pressas e sem horários a cumprir, resolvemos (mais eu, que ele) seguir os turistas (tantos!!) e ir de eléctrico buscar o pai João.
Mais uma estreia para o filhote!
Com direito a batidela do eléctrico num carro que saía do estacionamento e paragem na esquadra para deixar dois rapazolas que viajavam sem bilhete, mas acompanhados de um amoroso cachorro. :) 
Uma estreia e tanto!!      
       
   
Claro está, que não sentou o rabo no banco vez nenhuma. Foi em pé, agarrado ao parapeito da janela a absorver tudo o que ia passando.
   
A animação foi tanta, que na viagem de eléctrico (desta vez num dos velhinhos) de volta ao carro (estacionado em Belém) o filhote desmaiou de cansaço ao colo do pai João.
         
Uma manhã e pêras!!  

Duvido que seja hereditário...

... mas confesso que não fiquei muito surpreendida  quando, hoje de manhã, a enfermeira que recebe o filhote na creche nos pergunta
como é que ele reage à banana lá em casa?
   
Questão primordial: lá em casa não há bananas.
Primeiro (ou talvez em segundo, nem sei bem em que ordem ficam estes dois pontos) porque os intestinos do filhote são ligeiramente preguiçosos e foram necessários alguns ajustes na sua alimentação. Entre muitos outros, sendo a banana um alimento a evitar, a única vez que o filhote a come (ou não) é na creche.
Segundo (ou primeiro) eu abomino tudo o que há nas bananas. Sabor, cheiro, textura... Lá em casa não existem, não só porque não as como, mas também porque não lhes consigo tocar. (Quem me conhece, conhece também a pancada!!) E por isso, também não as compro.
   
Ao que parece o filhote também não gosta delas. Arrepia-se, começa com vómitos e acaba por não comer. Seja do sabor ou da textura, simplesmente não gosta!
Por isso, ficou decidido que nos dias em que a fruta for banana, o filhote passará a comer outra coisa.
      
E eu, mesmo sabendo que é meu dever fomentar o gosto e interesse dele por todos os alimentos e todos os sabores, encho-me de uma vaidade tola de só podia mesmo ser meu filho e só me ocorre:
Boa, filhote!! Fora as bananas!!

11 meses

   
E começa a contagem descrescente!!
 
Está um vivaço!
Brinca imenso, (muito) mais connosco do que sozinho, e já é ele a iniciar muitas brincadeiras. Esconde-se atrás de algo para jogar ao cu-cu, põe o dedo em riste para fazer triiiim no nosso nariz (o som fazemos nós!) e escolhe os brinquedos com que quer brincar. E é difícil dar-lhe a volta quando queremos que brinque a outra coisa qualquer.
As primeiras teimosias e birrinhas também já começam a aparecer...
       
Continuamos à espera (sem pressas) da primeira palavra.
Os sons que lhe saiem da boca são cada vez mais complexos, embora não haja ainda uma palavra que queira dizer especificamente alguma coisa.
         
Falta 1 mês para o primeiro aniversário. Eh, eh, eh!!