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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

Em contagem decrescente

Nos últimos dias, a preocupação tem sido com o dia em que o mini-filhote vai nascer e com a logística que envolverá o filho mais velho. É que sendo impossível prever se nasce num dia de semana ou de fim-de-semana (sem falar em manhãs, tardes ou noites) é difícil traçar um plano. 

Mói-me a perspectiva de estar tantas horas sem o filho de quem nunca me afastei antes. E ele sem mim...

    

E há também a dúvida sobre a visita dele à maternidade.

Neste momento não vejo bem o benefício em levá-lo a um sítio desconhecido, ver-me deitada numa cama, com a mobilidade ainda mais reduzida, ocupada a tratar de um bebé que não é ele e, cereja no topo do bolo, vir-se embora enquanto eu fico... 

Acho talvez preferível que o pai o leve apenas no dia em que saímos da maternidade e virmos todos juntos para casa... Afinal, se tudo correr bem, serão apenas dois dias. 

Mas até lá... ainda posso mudar de ideias...

 

Apesar das 32 semanas, sinto o meu corpo mais do que preparado.

A barriga está mais do que esticada, o umbigo plano, o peito a produzir o que deve e as contracções cada vez mais fortes, a ocuparem cada vez mais tempo do meu dia.

 

Não ajuda a alergia respiratória que teima em não passar, nem a casa com escadas pelo meio (acho que só gosta de um duplex quem nunca viveu num, principalmente com uma criança pequena) e as brincadeiras de chão como os tantos colos que me pede e que eu adoro dar também fazem as suas mazelas.

         

As mini-roupas estão organizadas e contabilizadas... mas ainda por lavar, secar e dobrar. E a culpa, mais do que tudo, é das manchas que o tempo se encarregou de pôr nas roupinhas que foram do filhote.

Só de pensar que tenho primeiro de as demolhar e esfregar... fico sem vontade de começar. Não falando, claro, em tratar dos mini-lençóis e das mini-toalhas de banho e das mantas, mantinhas e xailes.

 

Diz a barrinha da gravidez que faltam menos de 50 dias... ai faltam, faltam!

        

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