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pai João e mãe Sofia

pai João e mãe Sofia

Esta semana...

... ficou marcada pela morte de uma pessoa que conheciamos apenas na sua função de pai.

E a coisa abalou-nos...

    

Pelo facto de conhecermos a pessoa, por conhecermos ainda melhor o filho, por toda a história e pelo pensamento no futuro dos dois que ficaram.

     

Pela simples suposição de que poderá acontecer a qualquer pessoa. Mesmo a um de nós...

E é tão inimaginável perder um filho como a possibilidade de não estar cá para o ver crescer, para lhe fazer ver todos os dias o quão é importante para nós.

            

O pai João diz que não faz sentido. 

Ficou um pai sem acompanhar o crescimento do filho de 8 anos, ficou um filho único orfão de pai, ficou uma mulher sem companheiro, ficou um sofrimento inexplicável que se arrastou longos meses e culminou no desejo de todos que tudo acabasse com a maior brevidade possível.

   

        

E resta-nos reformular tudo aquilo que desejamos no início de cada ano.

Afinal, queremos saúde, muita... e sorte.    

     

 

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